Empreendedorismo e inovação foram o foco do III Seminário Jurídico da FACIT

Durante 3 dias, os alunos do curso tiveram contato com profissionais dessa e de outras áreas para expandir os horizontes profissionais   O curso de Direito da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO mobilizou seus alunos e profissionais convidados para mostrar o quanto a atuação no segmento pode ser diversificada. Por isso, o III Seminário Jurídico trouxe as diretrizes do Direito, Empreendedorismo e Inovação com temáticas principais. O coordenador do curso, Maicon Rodrigo Tauchert, explicou que o seminário levou para os alunos aquilo que é uma das vertentes essenciais do curso, o empreendedorismo e inovação aplicado no direito. “Tenho a tranquilidade de dizer que estamos formando grandes profissionais. Queremos dar aos acadêmicos uma visão mais abrangente das áreas de atuação no Direito, motivando-os a sair da zona de conforto e buscar novos desafios na profissão”. A diretora da FACIT-TO, Angela Maria Silva, abriu o simpósio destacando a importância de oferecer um ensino que mostra aos acadêmicos que o Direito é muito mais do que advogar, que existe um mundo inteiro de possibilidades. “Todos os nossos cursos são baseado na metodologia da prática desde o primeiro período acadêmico, justamente para que o aluno expanda seus horizontes profissionais e amadureça sua decisão conforme vai tendo contato com todas as especificidades do curso” Primeira noite  A primeira palestra a abrir o seminário foi do Tenente Coronel Agrisson dos Santos, com o “Polícia Militar e Gestão da Corporação”. O militar falou com detalhes sobre a rotina de um policial. “O acadêmico precisa ter uma luz para seguir e continuar focado no curso, por isso quis despertar neles a vontade de ingressar na advocacia empregada na área militar”, destaca Agrisson. Finalizando a primeira noite, a juíza de Direito do Estado do Tocantins, Dra. Cirlene de Assis, falou sobre a “Violência de gênero e o papel do poder judiciário na construção da pacificação social”. “Nós precisamos tirar da nossa mentalidade e costumes aquele velho jargão de que em briga de marido e mulher não se mete a colher. Os alunos perguntaram bastante e todo esse interesse pelo que compartilhei me deixou bem feliz”, comenta Cirlene. Segunda noite A diretora financeira da FACIT-TO, Dra. Carollyne Mota, falou sobre “Empreendedorismo para transformação”. “Meu objetivo foi colocar uma pulguinha atrás da orelha dos alunos para que eles comecem a pensar fora da caixa, para que sintam vontade de serem profissionais diferenciados”, enfatizou. A coordenadora de Inovação da FACIT, Rafaella Kalil, palestrou sobre “Inovação e disrupção em Law Tech’s”. A intenção foi despertar nos acadêmicos a vontade de criar negócios inovadores, startups que resolvam as dores da área jurídica do Brasil. “Quis incentivar neles não só o desejo por empreender e inovar, mas também a conhecer todas as novidades nos mecanismos legais regulamentados no Brasil nas últimas décadas, principalmente a lei das startups, que foi a grande revolução para o nosso cenário nacional”, finalizou. Última noite  Fechando o ciclo de palestras e último dia de seminário, o advogado, contador e diretor administrativo da rede Campelo de supermercados, Elionai Rodrigues, falou sobre “Empreendedorismo, gestão e inovação no direito”. Elionai comentou que empreender é uma decisão que precisa ser muito bem pensada, os futuros empresários acabam sendo prejudicados por não terem na grade curricular do ensino fundamental e médio matérias que falem sobre empreendedorismo. “Eu vejo que vários erros são cometidos na instituição do negócio, mas o Direito tem uma diferença, nós trabalhamos com a paixão, honra, sinceridade, lealdade com o cliente, esse relacionamento que a gente tem com o cliente é muito importante”, frisou o administrador. Questão de aprendizado “A cada dia que passa, a gente vai aprendendo mais na FACIT e me chama bastante atenção essa oportunidade de ser orientado em questões como empreendedorismo e no aprofundamento das leis, como no caso da Lei Maria da Penha”, comenta o acadêmico do sexto período, Adilson Pereira. Guilherme Fernandes também está no sexto período do curso e adorou as inovações que tem presenciado enquanto estuda na FACIT. “Os alunos acabam saindo daquele tradicionalismo e começam a ver com mais importância o futuro na área do Direito. A sociedade está mudando todos os dias e a gente precisa, ainda na academia, aprender mais para poder mudar o Direito”, destaca. Larissa Gomes, acadêmica do segundo período, disse que amou as palestras. “A palestra da Dra. Carollyne chamou bastante atenção. Foi ótimo, eu amei a palestra dela, porque a maneira como ela fala, como relatou a própria vida e pelo que passou até chegar aonde chegou, me tocou bastante”, finalizou. Saldo do evento O coordenador do curso considera que o seminário foi um sucesso.  “Tivemos coronel, juíza, empresários, advogados, empreendedores, as falas de todos contribuíram muito para a formação dos nossos alunos e a pegada do evento era bem essa, de empreendedorismo e inovação, o qual vem ao encontro da característica do profissional que nós formamos na faculdade”, finalizou Maicon. 

1° Soletrando Jurídico da FACIT promoveu uma competição saudável entre acadêmicos do curso de Direito

A proposta da atividade foi familiarizar os alunos com os termos técnicos da área de forma lúdica O curso de Direito da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO realizou seu 1° Soletrando Jurídico, uma competição de soletrar palavras que fazem parte do universo do Direito. Como forma de incentivo, a competição premiou os três primeiros colocados com livros relacionados ao curso. Olhando de longe, pareceu uma disputa comum de soletração, daquelas vistas durante o ginásio e ensino médio, mas, de perto, pôde-se perceber que soletrar era um complemento para entender mais sobre o significado de cada palavra, classificação gramatical e seu uso dentro do Direito. “Antes de ser uma atividade competitiva, o Soletrando Jurídico foi uma atividade divertida que media o conhecimento de cada participante”, explica Marina de Alcântara, professora do curso de Direito. Ao todo foram cinco etapas até decidir os três melhores colocados, nessas fases, um total de 25 palavras jurídicas foram ditas, letra por letra, pelos acadêmicos. Um júri de peso O júri da competição foi composto por Alexandre Gomes, primeiro autor araguainense publicado e presidente da ACALANTO – Academia de Letras de Araguaína e Norte do Tocantins; a professora Maria das Graças Alves, mestre em Linguística e Literatura e doutoranda em Letras; e a professora Karen Batista, analista do Tribunal de Justiça do Tocantins, especialista em Português e comunicação jurídica. O pódio A primeira colocada no desafio foi a Elieuda Coelho Gomes, acadêmica do 4° período. Ela gostou da iniciativa, tendo em vista que a linguagem é o material básico da área de Direito, sendo importante que o profissional saiba manejar bem a sua linguagem jurídica. “A competição possibilitou, além de um momento descontraído, uma oportunidade de aprendizagem. Para mim foi uma experiência ímpar, uma felicidade desmedida, tanto pela premiação, quanto pela experiência que, de certa forma, possibilitou a mim um autoconhecimento e reconhecimento daquilo que preciso melhorar, no que se refere à língua escrita”, destacou Elieuda. Na segunda colocação, a acadêmica do 6° período, Nayara Lino da Cruz, contou que embora fosse uma competição, todos vibravam com o acerto do adversário. “Me senti muito feliz pelo fato de conseguir chegar na final em meio a tantos outros alunos incríveis que também fizeram parte do evento. Vi muita energia positiva entre os competidores, torcíamos um para o outro o tempo todo. Fiquei ainda mais feliz com a premiação em livros que irão me ajudar muito no decorrer do curso”, comenta. Calouro, João Fernando Alves garantiu a terceira e honrosa colocação. “Foi muito divertido e aprendi bastante. Significa que estou forte na área de soletração e que sei muito sobre o Direito, também gostei da premiação, são ótimos livros escritos por excelentes autores. Fiquei feliz em ter ganhado o livro de poesias autografado pela professora Nina”, finalizou João.

Promotor de Justiça do MA palestrou sobre a Lei Maria da Penha para alunos de Direito da FACIT-TO

A legislação de combate à violência doméstica foi abordada de forma mais profunda e detalhada A coordenação do curso de Direito da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO convidou o promotor de justiça do Estado do Maranhão, Dr. Marco Túlio R. Lopes, para dar aos acadêmicos uma visão mais aprofundada sobre a Lei 11.340/2006, mais conhecida como Lei Maria da Penha. Maicon Rodrigo Tauchert, coordenador do curso, conta que a intenção do encontro foi aperfeiçoar o entendimento e a compreensão dos alunos sobre o tema, além de falar sobre atuação do promotor e despertar nos presentes a vontade de se aprofundar cada vez mais no Direito. “A FACIT procura encurtar esse caminho ao convidar profissionais gabaritados de todas as áreas para palestrar para os estudantes. Muitos deles já definiram o que querem fazer da vida em virtude dos convidados que trouxemos para conversar com eles”, destaca Maicon. Uma visão mais detalhada sobre a lei O Dr. Marco Túlio explicou que muitas pessoas têm a visão equivocada sobre a Lei Maria da Penha, então a ideia foi sair do conhecimento raso que as pessoas recebem por intermédio do noticiário, às vezes dos vizinhos ou de notícias da delegacia. “Conversei com os alunos sobre a lei e mostrei que ela tem muito mais pontos do que eles imaginavam. Usei a oportunidade para aprofundar juridicamente sobre o assunto, principalmente no que diz respeito ao entendimento dos tribunais superiores a respeito da aplicabilidade dessa norma”, pontuou o promotor.  Gostinho de quero mais Para a acadêmica do 6° período, Klenia Rosa Rodrigues, a palestra foi excelente e a vontade foi de que o encontro durasse mais tempo para poderem abordar todos os aspectos da lei. “Acredito que é uma norma que precisa ser realmente estudada mais a fundo, sair desses detalhes tão rasos que a gente vê na TV. Gostei muito da palestra e creio que deveríamos falar sobre ela de forma mais profunda não só dentro da academia, mas fora também, com a sociedade no geral”, finaliza Klenia.

CSI Araguaína: cena de crime simulada movimenta acadêmicos de Direito da FACIT-TO

Estudantes deverão descobrir identidade do criminoso e levá-lo à justiça No melhor estilo CSI Araguaína, alunos do curso de Direito da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO começaram uma investigação a partir da cena de um crime de homicídio. A simulação faz parte do estágio no Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) da instituição. A coordenadora do NPJ, Marina de Alcântara Alencar, explica que a ação está integrada ao projeto de júri simulado desenvolvido pela faculdade com o objetivo de fazer os alunos vivenciarem todas as fases de um processo judicial, desde a parte policial até o final, que é a sentença do júri. Por isso as turmas do 5° e 6° período do curso de Direito foram divididas em três equipes: uma compondo a parte investigativa, outra para a defesa do réu e a terceira que fará parte da acusação e do judiciário. “A tarefa da equipe investigativa científica foi analisar a cena do crime e colher as provas para fazer o inquérito policial completo”, conta Marina. Aprendizado em tempo real Os acadêmicos estão estudando desde o mês de agosto sobre como funciona toda a parte de perícia e inquérito policial para cumprir com todos os prazos do processo. A professora Bruna Ribeiro de Paula será a responsável por orientar os alunos nas etapas de acusação e defesa. “Eles terão 30 dias para finalizar o inquérito, assim como é na legislação, e deverão entregar o resultado da investigação para o pessoal do ‘Ministério Público Acadêmico’, que será o responsável por continuar o trabalho”, detalha Bruna.  Vivência no direito O estágio de prática jurídica é uma das ferramentas utilizadas pela FACIT-TO para proporcionar vivência aos alunos sobre outras possibilidades para a carreira dentro do Direito, como a policial, policial investigativa, agente público, advogado de defesa e também nos tribunais. “A gente se sente privilegiado pela oportunidade proporcionada pela faculdade. Vivenciar essa prática desde a metade do curso só nos beneficia e dá ainda mais garra para nos tornamos ótimos profissionais”, enfatiza o acadêmico do 5° período, Lázaro Araújo Alves. Para o estudante do 6° período, Igor de Oliveira Carvalho, aprender na prática é melhor para fixar os conhecimentos adquiridos durante a teoria. “É muito importante poder ver de perto como funciona uma investigação e qual é o papel dos peritos nesse caso de forma prática e abrangente. Tudo que a gente aprende na teoria é importante, mas quando colocado na prática, tem um diferencial”, finaliza Igor. A cena Sangue por toda a parte, marcas de sapatos femininos, o delineado de um corpo no chão, e uma faca ensanguentada. Os alunos se depararam ainda com duas taças vinho vazias, um computador desligado, um frasco com o nome de um veneno e uma carta de suicídio. Teria ocorrido mesmo um suicídio ou foi um assassinato? Isso só a equipe de perícia irá descobrir. Aguardemos o próximo episódio de CSI Araguaína da FACIT-TO

Delegado da Polícia Civil compartilha experiência profissional de combate ao crime com alunos da FACIT-TO

O conhecimento das áreas de atuação no mercado é um dos grandes objetivos de todos os cursos de graduação da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO. A proposta é orientar e preparar os alunos para o momento de escolha dos rumos da carreira. Por isso, mais uma vez a coordenação do curso de Direito convidou, na noite da quinta-feira, 23, o Delegado da Polícia Civil, Romeu Fernandes de Carvalho, para compartilhar suas experiências no combate ao crime. O coordenador do curso, Maicon Rodrigo Tauchert, lembrou que essa já é a segunda visita do delegado à FACIT como palestrante. “O Dr. Romeu é um amigo nosso e um delegado que eu admiro muito, um homem sério e muito ético. Desta vez ele veio para conversar com os alunos que têm o sonho de se tornarem delegados e falar de todas as atribuições dessa carreira. Esse compartilhamento de experiências com certeza contribui e encurta o caminho nessa jornada dos nossos acadêmicos”, destaca o coordenador. A palestra Romeu apresentou aos acadêmicos, dentro do ordenamento jurídico, quais são as finalidades, atribuições e a realidade prática das dificuldades encontradas na função de delegado, além de relatar a parte interessante e gratificante do trabalho. Ele também falou sobre como funciona a carreira de delegado da Polícia Civil, os desafios do combate ao crime, como funcionam as investigações, além de agregar aos conhecimentos dos alunos os relatos da sua vida profissional. “Espero que os alunos tenham entendido a realidade da função. Durante a minha fala não houve qualquer maquiagem sobre as dificuldades do cargo, eles precisam estar conscientes da função e que se sintam motivados a buscar esse trabalho e a transformação social que ele proporciona”, pontua o delegado. “Eu sempre quis entrar para a carreira policial” Estagiando desde fevereiro na delegacia, o acadêmico do 6° período, Jokyton da Silva Nascimento, tem o sonho de um dia se tornar delegado. “Eu sempre quis entrar para a carreira policial e ser delegado. Esse estágio tem sido uma experiência incrível para mim e a palestra me deixou ainda mais empolgado, pois me mostrou que toda investigação concluída dá a sensação de dever cumprido”, finaliza o acadêmico.

Núcleo de Práticas Jurídicas da FACIT-TO atenderá população carente em demandas com a Justiça

O serviço é gratuito e abrange causas das áreas Cível, Consumerista e Penal  No último dia 20 de setembro, o curso de Direito da Faculdade de Ciências do Tocantins (FACIT-TO) colocou à disposição dos acadêmicos e comunidade o Núcleo de Práticas Jurídicas, um serviço que levará orientação e apoio em demandas judiciais para a população com menor poder aquisitivo, de renda familiar de até dois salários mínimos. Maicon Rodrigo Tauchert, coordenador do curso de Direito, ressalta que o NPJ tem dupla função: prestar um serviço gratuito e necessário às pessoas carentes e contribuir com a formação do aluno do curso de Direito. “Serão acadêmicos do 6º período, ou 3º ano, que farão os atendimentos sob a supervisão de professores devidamente habilitados. Um dos pilares da faculdade é oferecer aos alunos a prática da profissão desde o início dos cursos e o NPJ é uma dessas ferramentas”. Estrutura, local e áreas  O Núcleo de Práticas Jurídicas da FACIT-TO funcionará no campus I da instituição, localizada na Avenida José de Brito, no Setor George Yunes, de segunda à quinta-feira, das 15 às 17 horas. A comunidade atendida terá acesso aos serviços nas áreas Cível, Consumerista e Penal. Os agendamentos para atendimentos podem ser feitos no 0800 646 7277 Cidadania As professoras e advogadas Marina Alcântara e Bruna de Paula, responsáveis pelo NPJ, reforçam que o núcleo é uma forma da faculdade compartilhar com a sociedade o conhecimento que é gerado na formação dos profissionais do futuro. “O atendimento jurídico é um direito de todo cidadão e queremos fazer a nossa parte para que todos possam ter acesso a isso. E é fundamental que nossos alunos tenham contato com as demandas reais do sistema judicial brasileiro”, conclui Marina.

Advocacia Empreendedora: um amplo mercado que pede por iniciativas novas para novos desafios

Quatro jovens advogados foram convidados para compartilhar histórias de sucesso com os alunos de Direito da FACIT-TO Para celebrar o Dia do Advogado (11 de agosto), o curso de Direito da Faculdade de Ciências  do Tocantins – FACIT-TO proporcionou aos seus alunos um encontro com a realidade empreendedora da profissão. No último dia 19, no auditório do campus II da faculdade, quatro jovens advogados compartilharam com o público suas experiências de mercado e os caminhos para conquistar uma posição de respeito e credibilidade. “Esse é o perfil do curso de Direito da FACIT: nós entregamos aos nossos alunos essa formação empreendedora, tecnológica e disruptiva, por isso nós convidamos profissionais com esse perfil para falar um pouco sobre os desafios da área depois de formados”, pontuou o coordenador do curso, Maicon Rodrigo Tauchert. Empresário ou Empreendedor? As advogadas Ana Karolina Montes e Jaqueline Rosa Cruz, e os advogados Renato Ferraz e Túlio Marinho explicaram que, no mercado do Direito, há uma diferença entre ser empresário e empreendedor. O empresário é aquela pessoa que está atrás do balcão há anos e que tem como rotina comprar mercadorias, vender o produto e aferir o lucro no final do mês, tendo nisso o único contentamento. O empreendedor é diferente: além de vender um produto, ele oferece um serviço, vende uma sensação, ele quer provar para o público que o produto dele é o melhor, e além disso, o objetivo da sua vida é maximizar a experiência do cliente com seu produto. “Assim somos nós, advogados. Há aqueles que se contentam em ganhar o suficiente para pagar as despesas. Mas do outro lado temos profissionais que se preocupam em dar o melhor de si, se qualificar e se destacar na área de atuação escolhida”, destacou Jaqueline. Acadêmicos ativos A participação dos alunos de Direito da FACIT-TO durante as palestras foi grande. E todas as dúvidas foram respondidas pelos advogados. Bruna de Araújo Nogueira confessou que não conseguiu escolher qual assunto foi o mais interessante da palestra, já que tudo que escutou serviu como divisor de águas. “Os convidados tiraram muitas dúvidas técnicas que eu tinha a respeito do empreendedorismo, a respeito do estágio, também me incentivaram a ter a vivência no curso de Direito. Me senti muito esperançosa de que estou no caminho certo e tenho pessoas que irão me acompanhar neste caminho, então toda a palestra foi muito proveitosa”, disse a aluna. “Eu espero que eles embarquem de verdade nessa viagem que é o Direito. Aos que estão iniciando agora, não se limitem, porque o Direito é um universo de possibilidades, não tenham medo de explorar essas possibilidades”, finalizou a advogada Jaqueline.

Startups orientadas pela Facit preveem mais eficiência com Marco Legal

Projeto de Lei (PLP 146/19) foi aprovado no Congresso Nacional e aguarda sanção presidencial para sua implementação; ele prevê incentivos a empresas que atuam na inovação aplicada a produtos, serviços ou modelos de negócios “O Marco legal representa a facilidade que nós empreendedores temos em gerir a startup de forma mais eficiente e maior chances de captar investimentos”, este é o pensamento da acadêmica de Odontologia da Faculdade de Ciências do Tocantins (Facit), Ana Laura Dias Marinho. “Ele será de grande valia para a minha startup”, afirmou. Espaço para startups A Facit implementou um espaço onde cria conexões mais fortes entre mercado/empresas e a academia. “O Facitlab é esse lugar de conexão, bem como de fomento através de seus cursos, lives, palestras, eventos, editais de pré-incubação, incubação e maratonas empreendedoras para todas as áreas do conhecimento da FACIT”, explicou a coordenadora de Inovação, Tecnologia e Pesquisa, Rafaela Kalil. A acadêmica Ana Laura tem uma startup voltada para roupas femininas e encontrou no FacitLab, espaço de inovação criado pela faculdade, o incentivo necessário para a sua empresa. “O FacitLab me ajudou a dar o start para os negócios”, afirmou Ana Laura. “A Facit desde sempre, teve seu olhar humanizado para as tecnologias. No entanto, após a criação do FacitLab muitas ideias tem saído do papel e estão sendo concretizadas. Além disso, é válido mencionar, que a minha startup só saiu do papel após idas e estudos frequentes no FacitLab”, destacou a acadêmica. Marco legal para startups O acadêmico Lucas Braga faz o curso de Direito na instituição e a sua empresa é voltada para roupas e acessórios masculinos. “A aprovação desse projeto de lei e, posteriormente, a sanção presidencial, vai ajudar não só nos meus projetos, como no de centenas, se não, milhares de pessoas e negócios”, declarou Lucas. Segundo o acadêmico, o Marco Legal mostra que os pequenos inovadores precisam ser vistos, valorizados, e apoiados da melhor forma possível. “Em resumo, representa um novo tempo”, afirmou. Para a coordenadora de Inovação, Tecnologia e Pesquisa, a FACIT já implantou no início deste ano sua Política de Inovação Institucional totalmente equiparada ao Marco da Ciência e Tecnologia, bem como para o Marco Legal das Startups. “Tão logo seja sancionada a nova Lei, iniciaremos os programas de pré-incubação, incubação e investimento/parcerias com startups cujo escopo de atuação estejam dentro dos campos de interesse da IES, contidos em seu Planejamento Estratégico”, completou a coordenadora. Entenda o Marco Legal A Câmara dos Deputados concluiu na última terça-feira, 11, a votação do marco legal das startups (PLP 146/19), sendo enviado à sanção presidencial. Poderão ser classificadas como startups as empresas e sociedades cooperativas atuantes na inovação aplicada a produtos, serviços ou modelos de negócios; e que tenham receita bruta de até R$ 16 milhões no ano anterior e até dez anos de inscrição no CNPJ. O projeto também exige que as startups declarem, em seu ato constitutivo, o uso de modelos inovadores ou que se enquadrem no regime especial Inova Simples, previsto no Estatuto das Micro e Pequenas Empresas. As startups poderão contar com dinheiro de investidores sem que eles necessariamente participem do capital social e na direção e poder decisório da empresa. Os investidores poderão optar pela compra futura de ações da startup ou resgatar títulos emitidos pela beneficiada, por exemplo. Os investimentos poderão ser feitos tanto por pessoa física quanto por pessoas jurídicas, que serão consideradas quotistas ou acionistas se o investimento for convertido formalmente em participação societária.

Seguindo com a preparação para o Enade, acadêmicos da Facit fazem Simulado na próxima semana

Semestralmente, a faculdade realiza o provão para os alunos de todos os cursos e pela primeira vez será on-line (foto: prova realizada semestre passado) A Faculdade de Ciências do Tocantins (Facit) como forma de preparar seus acadêmicos para o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) promove, entre os dias 26 e 31 de maio, o Simulado para os seus cursos. Pela primeira vez, a instituição realiza a prova de forma on-line. Os acadêmicos de Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS), Direito, Medicina Veterinária, Odontologia e Radiologia vão fazer a prova em dias diferenciados, seguindo o cronograma estabelecido pela coordenação de cada curso, sempre no mesmo horário, das 19 às 21 horas, com exceção para Odontologia que será das 19h30 às 21h30. A prova é elaborada no padrão ENADE para avaliar os alunos e prepará-los para o exame nacional. As questões serão de múltipla escolha e o conteúdo é referente a todas as disciplinas ministradas ao longo do semestre. Cada coordenação de curso fará a orientação para os acadêmicos de como proceder no dia do simulado. Calendário Simulado On-line – ENADE 19h às 21h 26/05 – Direito 27/05 – Medicina Veterinária 28/05 – Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) 31/05 Radiologia: 19h às 21h Odontologia: 19h30 às 21h30

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