“Plantar e Cuidar” da FACIT-TO é ampliado em 2021

Nascido em 2013, o projeto conta agora com apoio da prefeitura de Araguaína Tradição na Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO desde 2013, o projeto “Plantar e Cuidar” que já havia extrapolado os muros da instituição subiu de nível, agora os alunos da instituição são incentivados a produzir as mudas e a compostagem que servirá para adubar as novas árvores. O projeto nasceu com o intuito de abolir o trote entre veteranos e calouros, além de despertar neles a conscientização e vontade pela preservação do meio ambiente. A coordenadora acadêmica da FACIT-TO, Tatiana Cunha, explicou que, no início, o projeto envolvia somente o plantio de mudas nativas dentro do campus da instituição, mas que, para ampliar o alcance da iniciativa, foi feita uma parceria com a prefeitura de Araguaína. “Percebemos que é interessante que os alunos aprendam a produzir as mudas e o adubo para nutri-las, porque a ideia é que eles usem o aprendizado não só aqui dentro, mas lá fora, ajudando a sua casa com uma horta ou mesmo a comunidade ao qual está inserido”, pontuou Tatiana. “É com projetos dessa natureza que nossos estudantes construirão um mundo melhor. Os Projetos de Extensão da FACIT-TO estão sempre oportunizando aos acadêmicos fazer a conexão com a sociedade, por meio de produção e da aplicação do conhecimento, em articulação permanente com o ensino e a pesquisa”, completa Maria das Graças, coordenadora dos projetos de extensão da faculdade. Nova estrutura O “Plantar e Cuidar” deste ano foi dividido em três fases: na primeira os acadêmicos aprenderam sobre o plantio de mudas, nutrição e sobre como fazer a compostagem. Na segunda etapa irão, por meio de parceria entre a FACIT-TO e Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Araguaína, visitar o viveiro municipal. Na última fase do projeto, os participantes plantarão sua árvore em um local determinado pela prefeitura e faculdade Palestras Os alunos foram lembrados de que, mesmo que o gesto esteja carregado de boas intenções, plantar uma árvore na calçada de casa, por exemplo, requer planejamento e cuidado. A escolha de uma espécie “errada” pode prejudicar a estrutura da residência e até mesmo provocar um envenenamento. Foi sobre esse assunto que Rodrigo Szkut, técnico agrícola da equipe responsável pela produção de mudas da cidade, discutiu com os calouros presentes. “Existem árvores que contêm toxinas. A pessoa acaba plantando porque acha muito bonito e, sem querer, coloca em risco a saúde dos demais. Tem o exemplo da espirradeira, um arbusto que floresce o ano todo, as flores chamam muita atenção, mas comer qualquer parte dela pode levar à parada cardíaca e à morte”, destaca Rodrigo. O instrutor também mostrou como é feito o plantio de mudas, desde a semente até o destino final delas, além de falar sobre as principais variedades que melhor se adaptam às áreas urbanas e matas nativas. Depois de entender como uma nova árvore brota, os calouros descobriram como nutrir essa nova fornecedora de sombra. Eles aprenderam na prática com o técnico em agropecuária e gestão ambiental, Luiz Carlos Cabral, sobre como fazer uma compostagem doméstica. “Ao fazer uma compostagem, você vai reduzir a quantidade de lixo que seria destinado ao aterro sanitário, reaproveitando esse material e transformando em um adubo que pode ser usado para cultivar uma horta doméstica”, enfatiza Cabral. Todos os profissionais que palestraram trabalham na Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Araguaína. Uma atitude cheia de vantagens Caloura do curso de medicina veterinária, a Maria Clara Miranda já tinha ouvido falar do projeto. “Esse projeto é vantajoso porque ajuda o meio ambiente, nos dá sombra e frutos, então todo mundo só tem a ganhar”, finalizou a acadêmica.
Promotor de Justiça do MA palestrou sobre a Lei Maria da Penha para alunos de Direito da FACIT-TO

A legislação de combate à violência doméstica foi abordada de forma mais profunda e detalhada A coordenação do curso de Direito da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO convidou o promotor de justiça do Estado do Maranhão, Dr. Marco Túlio R. Lopes, para dar aos acadêmicos uma visão mais aprofundada sobre a Lei 11.340/2006, mais conhecida como Lei Maria da Penha. Maicon Rodrigo Tauchert, coordenador do curso, conta que a intenção do encontro foi aperfeiçoar o entendimento e a compreensão dos alunos sobre o tema, além de falar sobre atuação do promotor e despertar nos presentes a vontade de se aprofundar cada vez mais no Direito. “A FACIT procura encurtar esse caminho ao convidar profissionais gabaritados de todas as áreas para palestrar para os estudantes. Muitos deles já definiram o que querem fazer da vida em virtude dos convidados que trouxemos para conversar com eles”, destaca Maicon. Uma visão mais detalhada sobre a lei O Dr. Marco Túlio explicou que muitas pessoas têm a visão equivocada sobre a Lei Maria da Penha, então a ideia foi sair do conhecimento raso que as pessoas recebem por intermédio do noticiário, às vezes dos vizinhos ou de notícias da delegacia. “Conversei com os alunos sobre a lei e mostrei que ela tem muito mais pontos do que eles imaginavam. Usei a oportunidade para aprofundar juridicamente sobre o assunto, principalmente no que diz respeito ao entendimento dos tribunais superiores a respeito da aplicabilidade dessa norma”, pontuou o promotor. Gostinho de quero mais Para a acadêmica do 6° período, Klenia Rosa Rodrigues, a palestra foi excelente e a vontade foi de que o encontro durasse mais tempo para poderem abordar todos os aspectos da lei. “Acredito que é uma norma que precisa ser realmente estudada mais a fundo, sair desses detalhes tão rasos que a gente vê na TV. Gostei muito da palestra e creio que deveríamos falar sobre ela de forma mais profunda não só dentro da academia, mas fora também, com a sociedade no geral”, finaliza Klenia.
CSI Araguaína: cena de crime simulada movimenta acadêmicos de Direito da FACIT-TO

Estudantes deverão descobrir identidade do criminoso e levá-lo à justiça No melhor estilo CSI Araguaína, alunos do curso de Direito da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO começaram uma investigação a partir da cena de um crime de homicídio. A simulação faz parte do estágio no Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) da instituição. A coordenadora do NPJ, Marina de Alcântara Alencar, explica que a ação está integrada ao projeto de júri simulado desenvolvido pela faculdade com o objetivo de fazer os alunos vivenciarem todas as fases de um processo judicial, desde a parte policial até o final, que é a sentença do júri. Por isso as turmas do 5° e 6° período do curso de Direito foram divididas em três equipes: uma compondo a parte investigativa, outra para a defesa do réu e a terceira que fará parte da acusação e do judiciário. “A tarefa da equipe investigativa científica foi analisar a cena do crime e colher as provas para fazer o inquérito policial completo”, conta Marina. Aprendizado em tempo real Os acadêmicos estão estudando desde o mês de agosto sobre como funciona toda a parte de perícia e inquérito policial para cumprir com todos os prazos do processo. A professora Bruna Ribeiro de Paula será a responsável por orientar os alunos nas etapas de acusação e defesa. “Eles terão 30 dias para finalizar o inquérito, assim como é na legislação, e deverão entregar o resultado da investigação para o pessoal do ‘Ministério Público Acadêmico’, que será o responsável por continuar o trabalho”, detalha Bruna. Vivência no direito O estágio de prática jurídica é uma das ferramentas utilizadas pela FACIT-TO para proporcionar vivência aos alunos sobre outras possibilidades para a carreira dentro do Direito, como a policial, policial investigativa, agente público, advogado de defesa e também nos tribunais. “A gente se sente privilegiado pela oportunidade proporcionada pela faculdade. Vivenciar essa prática desde a metade do curso só nos beneficia e dá ainda mais garra para nos tornamos ótimos profissionais”, enfatiza o acadêmico do 5° período, Lázaro Araújo Alves. Para o estudante do 6° período, Igor de Oliveira Carvalho, aprender na prática é melhor para fixar os conhecimentos adquiridos durante a teoria. “É muito importante poder ver de perto como funciona uma investigação e qual é o papel dos peritos nesse caso de forma prática e abrangente. Tudo que a gente aprende na teoria é importante, mas quando colocado na prática, tem um diferencial”, finaliza Igor. A cena Sangue por toda a parte, marcas de sapatos femininos, o delineado de um corpo no chão, e uma faca ensanguentada. Os alunos se depararam ainda com duas taças vinho vazias, um computador desligado, um frasco com o nome de um veneno e uma carta de suicídio. Teria ocorrido mesmo um suicídio ou foi um assassinato? Isso só a equipe de perícia irá descobrir. Aguardemos o próximo episódio de CSI Araguaína da FACIT-TO
Outubro Rosa Pet da FACIT-TO alertou sobre os riscos de câncer de mama em cães e gatos

Alunos do curso de Medicina Veterinária levaram atendimento gratuito para a comunidade de Santa Fé do Araguaia Grande parte da população conhece a campanha do Outubro Rosa que alerta as mulheres sobre os riscos do câncer de mama, mas você sabia que os animais de estimação também estão sujeitos ao desenvolvimento da doença? Foi pensando nisso que o curso de Medicina Veterinária da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO realizou, no último dia 15 de outubro, e terceira edição Outubro Rosa Pet, uma ação de conscientização sobre a doença, orientações e exames gratuitos em cadelas e gatas no município de Santa Fé. A campanha é fruto de parceria entre FACIT-TO e o município de Santa Fé. A primeira edição foi realizada em 2019, no ano seguinte ela aconteceu de forma remota devido à pandemia de Covid-19, mas neste ano voltou à forma presencial. Dia de orientações e exames Cerca de 20 alunos da primeira turma de Medicina Veterinária da faculdade orientaram os pais e mães de pets sobre o câncer de mama animal, formas de prevenção, fatores de risco e a importância da castração. A turma de futuros veterinários também realizou exames físicos gratuitos em cadelas e gatas. “Fizemos uma ficha clínica dos animais e orientamos a população a realizar o exame das mamas nos bichinhos. Também realizamos o exame físico nos machos. É importante salientar que, apesar da incidência do câncer de mama ser muito baixa neles (1%), ainda assim é necessário realizar os exames”, destaca a coordenadora do curso de Medicina Veterinária da FACIT-TO, Fernanda Luz. Também participaram da orientação junto aos alunos as professoras Rafaela Kalil, Cristiane Mazzinghy e a representante dos projetos de extensão, Maria das Graças. A acadêmica Geovanna Taisnara conta que foi uma experiência interessante, proveitosa e importante para a conscientização dos tutores. “O projeto acrescentou algumas informações que eles não sabiam sobre o câncer de mama em pets. Agora eles estarão mais atentos e buscarão ajuda veterinária quando perceberem alguma anormalidade no animalzinho de estimação”, pontua Geovanna. O aluno acadêmico Robson Bruno Sousa reforçou a necessidade de castrar o animal de estimação. “Nós orientamos a população sobre a importância da castração, pois ela pode diminuir bastante a taxa de desenvolvimento de câncer, se realizada na idade adequada. Foi uma experiência muito boa e com certeza estarei presente no próximo ano”, finalizou Robson.
2° Simpósio de Especialidades Veterinárias orientou acadêmicos sobre áreas de atuação da profissão

Foram dois dias de palestras, minicursos e mesas redondas O 2° SimVet – Simpósio de Especialidades Veterinárias da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO movimentou a comunidade acadêmica do curso de Medicina Veterinária nos dias 30 de setembro e 1º de outubro. No total, 13 profissionais da área compartilharam seus conhecimentos com alunos e professores. O evento serviu como vitrine para exibir aos alunos o leque de atuações que a Medicina Veterinária proporciona. Também foi útil para os acadêmicos entenderem desde os primeiros períodos que a área está inserida não só nos cuidados aos animais, como também na saúde pública, entre outros segmentos. Superando os desafios Pedro Barreto, acadêmico integrante da equipe organizadora, lembrou que a pandemia da COVID-19 trouxe ao mundo uma sensação de incerteza, mas todos os desafios para a realização do simpósio foram superados. “Diante disso, realizar um evento nessas condições foi um desafio, pois além de oferecer ambientes técnicos de estudos é necessário que todas as medidas de segurança no combate da doença fossem executadas, proporcionando um local de aprendizado, desmistificação acerca da profissão e segurança”. Conhecendo as áreas de atuação A coordenadora do curso, Fernanda Luz, explicou que esse tipo de evento serve para que o aluno, desde o início do curso, já tenha contato com as opções de trabalho que estão à disposição dele no mercado de trabalho. “Espero que o SimVet tenha despertado nesses acadêmicos o desejo por conhecer cada área, trabalhar, pensar na pesquisa, para que eles possam sair daqui sabendo de fato aquilo que eles querem e vendo que existe situações em que eles podem atuar e que talvez eles nunca saberiam só passando pela graduação normal”, destaca a coordenadora. Palestras e Mini Cursos do primeiro dia A palestra de abertura do simpósio foi conduzida pela veterinária graduada pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Adriana Genelhú Carreira, que falou sobre o tema “Bem-estar e manejo de filhotes de animais silvestres mantidos sob cuidados humanos”. Logo depois, o veterinário graduado pela Universidade de Brasília (UnB), Anderson Silva de Sousa, palestrou sobre “Inspeção Federal” de produtos de origem animal, uma especialização que garante a segurança e qualidade dos alimentos que chegam à mesa do consumidor. Encerrando a manhã do primeiro dia de simpósio, a veterinária graduada pela Universidade Federal do Tocantins (UFT), Cristiane Lopes Mazzinghy, ministrou um Minicurso sobre “Diagnóstico Parasitológico”. Iniciando a primeira tarde de conhecimentos compartilhados, a veterinária graduada pela UFT, Helane Dias Tavares, ministrou um minicurso sobre “Técnicas de Formolização de cadáveres na Medicina Veterinária”. Fechando a tarde, o veterinário graduado pela UFT, Magno Reis, deu um Minicurso sobre “Odontologia Equina”. A primeira palestra da noite foi guiada pelo veterinário graduado pela UFT, Marcos Antônio Aguiar Júnior, que falou sobre “Ética Profissional” na veterinária como um todo. “A intenção foi despertar, ainda na formação desses acadêmicos, a humanidade, o respeito aos animais e também a nossa profissão. Nós somos médicos veterinários e temos que abranger tanto a parte humana, quanto às outras espécies, que no caso vivem com a gente nesse ecossistema”, enfatiza Marcos. Encerrando a noite do primeiro dia de SIMVET, a veterinária graduada pela UFT, Nilda Francisco Távora, falou sobre a “Atuação do Médico Veterinário como Responsável Técnico”. “Mostrei as possibilidades de trabalhos que esperam esses futuros veterinários e tentei engajá-los a descobrir os caminhos que a veterinária pode proporcionar a eles”, destaca Nilda. “Cavalo dado não se olha os dentes” O antigo ditado popular não é uma verdade absoluta como se prega há tanto tempo, já que um dos eventos mais movimentados do simpósio foi justamente o minicurso sobre Odontologia Equina. “Me identifiquei bastante com esse curso, porque eu tenho uma vocação maior com animais de grande porte, então desperta mais a minha curiosidade e atenção. Sobre o evento como um todo, acredito que a gente conseguiu absorver muitas coisas que não sabíamos, cada palestra, em cada minicurso, adquirimos um pouco mais de conhecimento”, pontua a acadêmica do 4° período, Geovana Alves. A acadêmica do 5° período, Adriana Paulino, disse que gostou da instrução porque é um assunto que ela tem pouca prática. “Trazer esse curso para o evento foi excelente e contribuiu muito para a minha formação profissional. O evento todo me proporcionou experiências novas, gostei muito”, disse a acadêmica. Palestras, MiniCursos e Mesas Redondas do segundo dia O segundo e último dia de simpósio começou com uma mesa redonda sobre “Saúde pública no contexto amazônico” ministrada pelo Wagner dos Santos Mariano, graduado em biologia pela UCDB (Campo Grande – MS), mestre em Fisiologia e Doutor em Biotecnologia. A segunda mesa redonda foi ministrada pela Mestre em Sanidade Animal e Saúde Pública nos Trópicos pela UFT, Kétren Carvalho Gomes, e teve como tema “Ações de vigilância e controle de endemias/zoonoses de relevância em saúde pública. A manhã foi encerrada com um minicurso sobre “Técnicas Microbiológicas” ministrada pela veterinária graduada pela UFT, Daiene Isabel da Silva Lopes. O primeiro minicurso da tarde foi o de “Medicina Veterinária Integrativa” com o veterinário graduado pela Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva, Guilherme Hölzlsauer. “O principal objetivo do curso foi despertar a curiosidade e, principalmente, mostrar para o aluno que há possibilidades terapêuticas veterinárias além das convencionais, como a homeopatia, medicina veterinária tradicional chinesa, ozonioterapia, fisioterapia e terapia neural”, enfatiza Guilherme. Encerrando a tarde de minicursos, foi a vez do instrutor da Escola de Equitação Campo Brilhante da FACIT, Erik Rufino, falar sobre “Casqueamento em Equinos”. E para finalizar a noite e o 2° SIMVET, a veterinária graduada pela UFT, Hellen Núblia, palestrou sobre “Detecção de Salmonela em Frangos de Corte”. “Uma experiência e tanto que eu nunca tinha visto” Empolgada com o simpósio, a acadêmica do segundo período, Laiza Araújo, comentou que aprender botando a “mão na massa” é mais proveitoso para o aluno. “Foi a primeira vez que participei de palestras e minicursos assim e foi maravilhoso. É necessário termos uma convivência, ficar mais perto dos animais, a gente acaba aprendendo mais, quanto mais prática temos, mais a gente absorve conhecimento
3° Inter-Radio da FACIT movimentou acadêmicos do curso de Radiologia

Participantes arrecadaram cestas básicas que serão doadas para um ONG da cidade. A Liga Acadêmica de Radiologia e Diagnóstico por Imagens (LARDIM) realizou o 3° Inter-Radio da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO. Interrompido, anteriormente, por causa da pandemia do COVID-19, o evento tem a intenção de promover a integração entre veteranos e calouros do curso. “Essa é a terceira edição do evento, mas é a primeira organizada pela LARDIM. A liga foi fundada no final do semestre passado e nos esforçamos para começar com o pé direito”, comenta Mateus Ferreira, o presidente da Liga. Papel social Além da diversão, a competição teve seu papel social, já que os times foram desafiados a arrecadar cestas básicas para doar à ONG “Amor de Mãe”, que ajuda mães carentes e solteiras. No total, foram arrecadadas 29 cestas básicas. “Esse tipo de ação é importante para que eles possam desenvolver um olhar mais social, como foi com a arrecadação dessas cestas básicas. E principalmente para que eles se conheçam e possam se relacionar melhor”, destacou a coordenadora do curso de Radiologia, professora Ângela Morais. Universitário também gosta de gincana Os participantes foram divididos em três equipes: Verde, Branco e Preto. O prêmio da disputa foi a atribuição de ponto para qualquer matéria da grade escolhida pelo aluno do time vencedor. Teve corrida de pés colados, prova de comer melancia mais rápido e sem as mãos, votação para escolha do melhor mascote do evento e até desafio de dancinha do TikTok. A equipe vencedora da gincana foi a de cor Preta, seguida de perto pelo Time Branco e Verde. “Na primeira edição, minha turma perdeu, mas na segunda ganhamos. Queria muito que o time Branco vencesse para sermos bicampeões, mas o importante mesmo é participar do evento e interagir”, contou o acadêmico do 6° período, Lucas Fernandes. Interação e diversão Beatriz Souza Fragoso está no 5° período e gostou da gincana. “É uma forma de interagirmos mais com os outros períodos, saber quais são as suas expectativas sobre o curso e aqui a gente tem essa oportunidade de viver, literalmente, entre turmas”, conclui.
Delegado da Polícia Civil compartilha experiência profissional de combate ao crime com alunos da FACIT-TO

O conhecimento das áreas de atuação no mercado é um dos grandes objetivos de todos os cursos de graduação da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO. A proposta é orientar e preparar os alunos para o momento de escolha dos rumos da carreira. Por isso, mais uma vez a coordenação do curso de Direito convidou, na noite da quinta-feira, 23, o Delegado da Polícia Civil, Romeu Fernandes de Carvalho, para compartilhar suas experiências no combate ao crime. O coordenador do curso, Maicon Rodrigo Tauchert, lembrou que essa já é a segunda visita do delegado à FACIT como palestrante. “O Dr. Romeu é um amigo nosso e um delegado que eu admiro muito, um homem sério e muito ético. Desta vez ele veio para conversar com os alunos que têm o sonho de se tornarem delegados e falar de todas as atribuições dessa carreira. Esse compartilhamento de experiências com certeza contribui e encurta o caminho nessa jornada dos nossos acadêmicos”, destaca o coordenador. A palestra Romeu apresentou aos acadêmicos, dentro do ordenamento jurídico, quais são as finalidades, atribuições e a realidade prática das dificuldades encontradas na função de delegado, além de relatar a parte interessante e gratificante do trabalho. Ele também falou sobre como funciona a carreira de delegado da Polícia Civil, os desafios do combate ao crime, como funcionam as investigações, além de agregar aos conhecimentos dos alunos os relatos da sua vida profissional. “Espero que os alunos tenham entendido a realidade da função. Durante a minha fala não houve qualquer maquiagem sobre as dificuldades do cargo, eles precisam estar conscientes da função e que se sintam motivados a buscar esse trabalho e a transformação social que ele proporciona”, pontua o delegado. “Eu sempre quis entrar para a carreira policial” Estagiando desde fevereiro na delegacia, o acadêmico do 6° período, Jokyton da Silva Nascimento, tem o sonho de um dia se tornar delegado. “Eu sempre quis entrar para a carreira policial e ser delegado. Esse estágio tem sido uma experiência incrível para mim e a palestra me deixou ainda mais empolgado, pois me mostrou que toda investigação concluída dá a sensação de dever cumprido”, finaliza o acadêmico.
Núcleo de Práticas Jurídicas da FACIT-TO atenderá população carente em demandas com a Justiça

O serviço é gratuito e abrange causas das áreas Cível, Consumerista e Penal No último dia 20 de setembro, o curso de Direito da Faculdade de Ciências do Tocantins (FACIT-TO) colocou à disposição dos acadêmicos e comunidade o Núcleo de Práticas Jurídicas, um serviço que levará orientação e apoio em demandas judiciais para a população com menor poder aquisitivo, de renda familiar de até dois salários mínimos. Maicon Rodrigo Tauchert, coordenador do curso de Direito, ressalta que o NPJ tem dupla função: prestar um serviço gratuito e necessário às pessoas carentes e contribuir com a formação do aluno do curso de Direito. “Serão acadêmicos do 6º período, ou 3º ano, que farão os atendimentos sob a supervisão de professores devidamente habilitados. Um dos pilares da faculdade é oferecer aos alunos a prática da profissão desde o início dos cursos e o NPJ é uma dessas ferramentas”. Estrutura, local e áreas O Núcleo de Práticas Jurídicas da FACIT-TO funcionará no campus I da instituição, localizada na Avenida José de Brito, no Setor George Yunes, de segunda à quinta-feira, das 15 às 17 horas. A comunidade atendida terá acesso aos serviços nas áreas Cível, Consumerista e Penal. Os agendamentos para atendimentos podem ser feitos no 0800 646 7277 Cidadania As professoras e advogadas Marina Alcântara e Bruna de Paula, responsáveis pelo NPJ, reforçam que o núcleo é uma forma da faculdade compartilhar com a sociedade o conhecimento que é gerado na formação dos profissionais do futuro. “O atendimento jurídico é um direito de todo cidadão e queremos fazer a nossa parte para que todos possam ter acesso a isso. E é fundamental que nossos alunos tenham contato com as demandas reais do sistema judicial brasileiro”, conclui Marina.
Bate-papo sobre ser mulher na Polícia Civil entusiasmou acadêmicas de Direito da FACIT

Investigadora do Pará contou como é trabalhar em um ambiente majoritariamente masculino A Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO com frequência proporciona uma série de oportunidades para que seus acadêmicos possam conhecer logo cedo as áreas de atuação disponíveis para seu curso. É por isso que a coordenação do curso de Direito convidou, na noite da última segunda-feira, 13, a investigadora da Polícia Civil do Pará, Flora Assunção, para bater um papo com os alunos do primeiro período. “No nosso curso de Direito há mais mulheres do que homens e muitas delas querem se tornar policiais. Então convidamos a Flora para compartilhar como é ser mulher dentro de um ambiente majoritariamente masculino e violento, como é a investigação e o combate ao crime”, pontuou o coordenador do curso, Maicon Rodrigo Tauchert. O bate-papo A intenção foi transmitir para as acadêmicas como é a rotina na profissão, quais passos seguir para alcançar o cargo de policial civil, os desafios da mulher na delegacia, na investigação, no combate ao crime, além de passar uma mensagem de estímulo a todas as mulheres que querem ingressar na carreira. Flora agradeceu o convite feito pela FACIT-TO e disse ter ficado muito feliz por poder compartilhar um pouco da sua experiência na Polícia Civil. “Fico grata por ser referência para muitas mulheres que têm vontade de seguir a carreira policial. A gente sabe que, até pouco tempo atrás, quase não se via mulheres na polícia. Mas hoje isso tem mudado, já estamos vendo muitas mulheres ocupando cargos de investigadora, escrivã ou delegada”, destacou Flora. Turma aplicada e interessada A acadêmica Marcela Beatriz Barbosa achou o bate-papo muito construtivo. “Ter conhecido a investigadora Flora e conhecido sobre a sua trajetória mostrou que ela é uma mulher admirável, que batalhou para estar na posição que ocupa hoje. Isso me motiva cada vez mais a lutar pelo meu sonho, como ela mesma falou. Fácil não vai ser, mas se a gente focar nos nossos objetivos, vamos chegar lá”, destaca Marcela. O coordenador do curso ficou animado com a participação ativa dos acadêmicos que aproveitaram a oportunidade para fazer perguntas durante o bate papo. “Eles estão bem adiantados para alunos do primeiro período, bem entusiasmados e interessados. Muitos deles se identificaram muito com a Flora e eu fico muito feliz com isso”, concluiu.