Disciplina de Cultura Afro-Brasileira e Indígena integra acadêmicos dos três cursos da FACIT

A interdisciplinaridade entre cursos é uma das marcas registradas e elemento de excelência no ensino na Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT. Prova disso é a disciplina de Cultura Afro-Brasileira e Indígena, ministrada pela professora Jane Guimarães para acadêmicos de Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Odontologia em uma mesma turma.

O trabalho realizado na última semana foi criar empreendimentos e atividades fictícias para atender à população indígena. Os alunos abriram um restaurante típico, elaboraram um cardápio específico e com alimentos com baixo potencial de cárie, e ainda desenvolveram um aplicativo para integrar todo o restaurante.

“Os alunos puderam trabalhar juntos e aprender um pouco mais sobre o que cada curso faz, além de reforçar antigas amizades e de abrir espaço para novas”, contou a professora.

A atividade englobou todas as etapas de um projeto real.  A abertura do restaurante com CNPJ, Inscrição Estadual e endereço ficou por conta dos acadêmicos de ADM. Um grupo de Odontologia e outro de ADM foram responsáveis por criar a gama de comidas típicas indígenas, e mais uma equipe de Odonto apontou os alimentos cariogênicos (que provocam cáries) e não cariogênicos do cardápio. Já os alunos de ADS usaram seus conhecimentos tecnológicos para a criação de um aplicativo com cardápio e informações sobre os alimentos.

A tríplice de cursos

Com a responsabilidade legal de abrir um restaurante do zero, a acadêmica do 5° período de ADM, Eliane Barbosa, aceitou o desafio. “Embora tenha sido uma criação fictícia, a abertura da empresa trouxe muito conhecimento e com certeza me norteará no futuro”, destacou Eliane.

Amanda Ribeiro, do 7° período de Odontologia, destacou a importância da atividade no seu futuro profissional. “Conhecer um pouco mais sobre a cultura indígena e aperfeiçoar mais os nossos conhecimentos nos deixarão preparados para, quem sabe, no futuro trabalhar em uma aldeia”, disse.

Promover a integração entre restaurante e a comida pôs à prova os conhecimentos tecnológicos dos acadêmicos de ADS. “Achei importante conhecer mais sobre os povos indígenas, o que eles comem e a sua cultura. Esse projeto pode acabar beneficiando eles no futuro”, explicou o acadêmico do 3° período de ADS, Jonas Nunes.

Na próxima semana, é a vez dos alunos criarem um restaurante afro-brasileiro, uma empresa que fale da cultura indígena e outra também da cultura afro-brasileira.

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