ACADÊMICOS DE RADIOLOGIA REALIZAM AÇÃO SOCIAL NO ASILO CANTINHO DO VOVÔ

Fazer o bem, estar sempre em contato com a comunidade e ajudando a cuidar de pessoas. Tudo isso é apenas parte da missão da Faculdade de Ciências de Tocantins que segue realizando um trabalho de excelência não apenas dentro da instituição. Um projeto de extensão desenvolvido pelo curso de Tecnólogo em Radiologia vem contribuindo com os idosos do abrigo Cantinho do Vovô onde vivem atualmente 35 idosos. 

Para a aluna do 2° período, Alcimylle Lauanne Mourão, essa foi uma ação fundamental para estar mais perto e entendendo as necessidades da comunidade. “O projetor foi importante, podemos conhecer histórias lindas de pessoas maravilhosas. A faculdade FACIT enxerga a necessidade de aproximar a juventude com a terceira idade, pois eles sabem que um dia chegaremos lá e não é porque chegaram a certa idade que devemos deixá-los de lado. Sou muito grata por te participado deste projeto e pretendo participar dos que estão por vir”, disse a acadêmica.

Além da parte social com arrecadação e distribuição de donativos como material de higiene pessoal, o projeto também trabalhou a prática. Os acadêmicos conferiram os sinais vitais dos idosos, aferição da pressão arterial e aprenderam mais sobre os cuidados devidos para evitar acidentes domésticos que provocam lesões e outros traumas nas pessoas com idade avançada.

O projeto foi idealizado e coordenado pela professora da FACIT Ana Ydelpynya. A coordenadora do curso de Radiologia, Dra.Tatiana Ramirez Cunha, destacou a ação. “Os alunos aprendem com a prática e a ideia nossa é seguir com o projeto. Pretendemos que cada aluno adote um idoso e faça esse acompanhamento que é fundamental. Despertou o interesse, o papel social deles na comunidade. Eles estão muito empolgados e entenderam a missão da FACIT”, comentou.

Números

De acordo com o Ministério da Saúde, 70% das quedas entre idosos acontecem dentro de casa. Sendo que 30% destes acidentes causam a morte de idosos e pelo menos 40% causam alguma lesão grave, principalmente, no joelho e no quadril.

Outro dado preocupante – divulgado pela Fundação Internacional de Osteoporose, que analisou 14 países de toda a América Latina, é que o número de fraturas nos quadris, causadas pela osteoporose, deve aumentar 32% até 2050. O que já se estima é que atualmente ocorram mais de 121 mil fraturas do quadril todos os anos no Brasil.

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