FACIT participa de debate nacional sobre novas regras que visam qualidade dos cursos de pós-graduação lato sensu

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A Faculdade de Ciências do Tocantins marcou presença no debate sobre o Parecer nº 637/2025 e o projeto da nova resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE), proposta que cria critérios mais rigorosos para a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu no Brasil. A diretora geral da FACIT, Carollyne Mota, esteve presente na reunião realizada em Brasília para analisar os impactos da mudança.

O texto aprovado pelo CNE ainda precisa ser homologado pelo ministro da Educação, Camilo Santana, mas já mobiliza o setor educacional por propor um conjunto de diretrizes que busca coibir ofertas de cursos de baixa qualidade e assegurar que as instituições tenham real participação pedagógica nas especializações que certificam.

A proposta estabelece exigências como percentual mínimo de professores vinculados às instituições que oferecem as pós-graduações, titulação mínima de parte do corpo docente e comprovação de histórico acadêmico consistente da instituição. Também determina critérios mais rígidos para credenciamento e manutenção da oferta, com prazo de seis meses para adequação após eventual homologação.

Carollyne Mota destacou que a participação da FACIT na audiência é parte de uma postura ativa diante das mudanças que envolvem a educação superior. “A FACIT entende que qualidade não é apenas um diferencial, é um princípio que orienta cada projeto acadêmico que construímos. Fazer parte dos debates nacionais permite contribuir com uma educação séria e fortalecer um modelo de pós-graduação que realmente transforme a formação profissional dos estudantes”, afirmou.

A diretora ressaltou ainda que a instituição já trabalha com um padrão de excelência que dialoga com os parâmetros propostos como corpo docente de excelência acadêmica processos pedagógicos e acompanhamento institucional bem estruturados para garantir formação consistente.
As novas diretrizes propostas pelo CNE buscam assegurar padrões acadêmicos mais elevados, fortalecer a credibilidade da especialização no País e criar critérios mais transparentes para a atuação das instituições. O setor aguarda, agora, a homologação do MEC para que as regras entrem em vigor.

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