Delegado da Polícia Civil compartilha experiência profissional de combate ao crime com alunos da FACIT-TO

O conhecimento das áreas de atuação no mercado é um dos grandes objetivos de todos os cursos de graduação da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO. A proposta é orientar e preparar os alunos para o momento de escolha dos rumos da carreira. Por isso, mais uma vez a coordenação do curso de Direito convidou, na noite da quinta-feira, 23, o Delegado da Polícia Civil, Romeu Fernandes de Carvalho, para compartilhar suas experiências no combate ao crime. O coordenador do curso, Maicon Rodrigo Tauchert, lembrou que essa já é a segunda visita do delegado à FACIT como palestrante. “O Dr. Romeu é um amigo nosso e um delegado que eu admiro muito, um homem sério e muito ético. Desta vez ele veio para conversar com os alunos que têm o sonho de se tornarem delegados e falar de todas as atribuições dessa carreira. Esse compartilhamento de experiências com certeza contribui e encurta o caminho nessa jornada dos nossos acadêmicos”, destaca o coordenador. A palestra Romeu apresentou aos acadêmicos, dentro do ordenamento jurídico, quais são as finalidades, atribuições e a realidade prática das dificuldades encontradas na função de delegado, além de relatar a parte interessante e gratificante do trabalho. Ele também falou sobre como funciona a carreira de delegado da Polícia Civil, os desafios do combate ao crime, como funcionam as investigações, além de agregar aos conhecimentos dos alunos os relatos da sua vida profissional. “Espero que os alunos tenham entendido a realidade da função. Durante a minha fala não houve qualquer maquiagem sobre as dificuldades do cargo, eles precisam estar conscientes da função e que se sintam motivados a buscar esse trabalho e a transformação social que ele proporciona”, pontua o delegado. “Eu sempre quis entrar para a carreira policial” Estagiando desde fevereiro na delegacia, o acadêmico do 6° período, Jokyton da Silva Nascimento, tem o sonho de um dia se tornar delegado. “Eu sempre quis entrar para a carreira policial e ser delegado. Esse estágio tem sido uma experiência incrível para mim e a palestra me deixou ainda mais empolgado, pois me mostrou que toda investigação concluída dá a sensação de dever cumprido”, finaliza o acadêmico.
Bate-papo sobre ser mulher na Polícia Civil entusiasmou acadêmicas de Direito da FACIT

Investigadora do Pará contou como é trabalhar em um ambiente majoritariamente masculino A Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO com frequência proporciona uma série de oportunidades para que seus acadêmicos possam conhecer logo cedo as áreas de atuação disponíveis para seu curso. É por isso que a coordenação do curso de Direito convidou, na noite da última segunda-feira, 13, a investigadora da Polícia Civil do Pará, Flora Assunção, para bater um papo com os alunos do primeiro período. “No nosso curso de Direito há mais mulheres do que homens e muitas delas querem se tornar policiais. Então convidamos a Flora para compartilhar como é ser mulher dentro de um ambiente majoritariamente masculino e violento, como é a investigação e o combate ao crime”, pontuou o coordenador do curso, Maicon Rodrigo Tauchert. O bate-papo A intenção foi transmitir para as acadêmicas como é a rotina na profissão, quais passos seguir para alcançar o cargo de policial civil, os desafios da mulher na delegacia, na investigação, no combate ao crime, além de passar uma mensagem de estímulo a todas as mulheres que querem ingressar na carreira. Flora agradeceu o convite feito pela FACIT-TO e disse ter ficado muito feliz por poder compartilhar um pouco da sua experiência na Polícia Civil. “Fico grata por ser referência para muitas mulheres que têm vontade de seguir a carreira policial. A gente sabe que, até pouco tempo atrás, quase não se via mulheres na polícia. Mas hoje isso tem mudado, já estamos vendo muitas mulheres ocupando cargos de investigadora, escrivã ou delegada”, destacou Flora. Turma aplicada e interessada A acadêmica Marcela Beatriz Barbosa achou o bate-papo muito construtivo. “Ter conhecido a investigadora Flora e conhecido sobre a sua trajetória mostrou que ela é uma mulher admirável, que batalhou para estar na posição que ocupa hoje. Isso me motiva cada vez mais a lutar pelo meu sonho, como ela mesma falou. Fácil não vai ser, mas se a gente focar nos nossos objetivos, vamos chegar lá”, destaca Marcela. O coordenador do curso ficou animado com a participação ativa dos acadêmicos que aproveitaram a oportunidade para fazer perguntas durante o bate papo. “Eles estão bem adiantados para alunos do primeiro período, bem entusiasmados e interessados. Muitos deles se identificaram muito com a Flora e eu fico muito feliz com isso”, concluiu.