Sobre o curso

Um curso que prepara o profissional para os desafios de um mercado cada vez mais promissor. Uma pequisa internacional apontou que as profissões do futuro vão estar ligadas ao setor da tecnologia e informática. Entre essas profissões, destaca-se a de programador que é uma das atividades trabalhadas ao longo do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

O aluno vai contar com uma estutura de ponta, materiais didáticos, um laboratório que possibilita o aprendizado constante e leva o futuro profissional a ter um contato com a prática logo no início de sua vida acadêmica. 

O Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas foi regulamentado através da Portaria nº 10, de 28 de julho de2006 que através do Ministro de Estado da Educação, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto nos art. 39 e seguintes da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, nos art. 1º, III, 5º, 6º, e 7º, do Decreto nº 5.154, de 23 de julho de 2004, no art. 5º, § 3º, VI, do Decreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, e na Resolução CP/CNE nº 03, de 18 de dezembro de 2002, considerando a necessidade de estabelecer um referencial comum às denominações dos cursos superiores de tecnologia; considerando a necessidade de consolidação desses cursos pela afirmação de sua identidade e caracterização de sua alteridade em relação às demais ofertas educativas; considerando a necessidade de fomento à qualidade por meio da apresentação de infraestrutura recomendável com o escopo de atender as especificidades dessas graduações tecnológicas, resolve: Art. 1º Aprovar, em extrato, o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, elaborado pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, conforme disposto no art. 5º, § 3º, VI, do Decreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006.

Duração

2 anos e meio

Turno

Noturno

Investimento mensal

R$ 773,14
Quero me inscrever

Corpo Docente

Prof. Me. Cássio Cipriano Nogueira

http://buscatextual.cnpq.br/Cássio 

Prof. Esp. Alison Carlos da Paixão Reis

http://buscatextual.cnpq.br/Alison

Prof. Esp. Edivan Ricardo de Jesus
http://buscatextual.cnpq.br/Edvan 

Prof.ª Dra. Elizabete Bagordakis Pinto

http://buscatextual.cnpq.br/Elizabete

Prof. Me. Marcelo José de Souza Melo
http://buscatextual.cnpq.br/Marcelo

Prof.ª Ma. Márcia Maria Savoine
http://buscatextual.cnpq.br/Marcia 

Prof. Me. Rafael Xavier de Souza

http://buscatextual.cnpq.br/Rafael 

Prof. Me. Rogério dos Reis Brito
http://buscatextual.cnpq.br/Rogerio

Prof. Esp. Sérgio Maia Rabelo
http://buscatextual.cnpq.br/Sérgio

Áreas de Atuação

O profissional egresso do Curso Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas poderá:

Atuar especificamente em empresas de tecnologia no desenvolvimento de sistemas;

Atuar em empresas de quaisquer outros setores da economia (indústria, comércio, prestação de serviços, instituições financeiras, órgãos públicos etc.) como assessor ou recurso técnico especializado;

Atuar como empreendedor em informática, detectando nichos e oportunidades do mercado;

Projetar e implementar sistemas de acordo com as necessidades da organização onde se encontra;

Gerenciar infraestruturas de tecnologia da informação, elaborando políticas e diretrizes a partir da análise de necessidades;

Atuar como desenvolvedor autônomo em sistemas de informação, avaliando e selecionando recursos de software e hardware;

Atuar no suporte de sistemas de informação e de redes de computadores;

Atuar como docente ou instrutor em escolas de ensino de informática;

Atuar como administrador de dados e administrador de banco de dados.

No progresso de sua carreira profissional, agregando experiência prática e aperfeiçoamentos realizados, os egressos deverão estar capacitados a assumir funções em diferentes níveis dentro das organizações, seja de execução, gerenciamento ou de direção, para as quais seguem algumas atividades e responsabilidades técnicas inerentes à função como a de diretor, administrador, gerente, projetista e coordenador, dentre outras:

Desenvolvimento de sistemas de software;

Pesquisa e desenvolvimento de novas aplicações dependentes de Tecnologias de Informação;

Manutenção de software;

Projeto, desenvolvimento e gerenciamento de Bancos de Dados.

Atividades Complementares

São atividades a serem cumpridas pelo discente no transcorrer do curso, e se efetivam por meio da participação em atividades promovidas pela FACIT ou por outras instituições de ensino. No Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, a carga horária a ser cumprida pelo aluno é de 100 horas. Ademais, o aluno tem todo o período de integralização do curso para completar as horas exigidas, o que facilita a organização e realização das atividades, distribuídas em cada semestre. O intuito é que o conhecimento seja adquirido no decorrer de todo o percurso do curso.

São consideradas Atividades Complementares Obrigatórias – ACO, para efeito de integralização dos currículos dos cursos de graduação, as seguintes atividades desenvolvidas pelos discentes:

• Estágio Curricular Não obrigatório;

• Visitas técnicas;

• Participação em cursos, seminários, simpósios, conferências, palestras e encontros;

• Atividades desenvolvidas nos Órgãos Suplementares de vinculação dos cursos, desde que não caracterizadas como inerentes às disciplinas da graduação e cumpridas em horário não coincidente com o regular da matrícula do discente;

O cômputo de carga horária de ACO, quando referente a uma única atividade, não pode ser superior a 50% (cinquenta por cento) da carga horária exigida curricularmente para a modalidade.

O não cumprimento da carga horária prevista em atividades Complementares obrigatórias implica a não integralização curricular e, portanto, a não conclusão do curso, e a não participação do aluno no ato de colação de grau.

Estágio Curricular Supervisionado

O Núcleo Docente Estruturante responsável desse projeto acredita que o estágio é uma forma importante de intercâmbio entre a FACIT e a empresa, apresentando-se mesmo como uma oportunidade para que o aluno possa aplicar seus conhecimentos acadêmicos, aprimorando-os e qualificando-se para o exercício profissional.

O estágio somente poderá ser realizado em locais que tenham condições de proporcionar experiência prática na linha de formação, devendo o estudante, para esse fim, ter cursado disciplinas que lhe ofereçam subsídios teóricos relacionados com a área que deseja estagiar. Os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem, portanto devem ser planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se constituírem em instrumentos de integração, em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico, cultural, científico e de relacionamento humano.

Ao mesmo tempo, o retorno de informações propiciado pelo aluno à FACIT permite aos profissionais de ensino o acesso a novos conhecimentos e torna os cursos mais eficazes na sua própria adequação à realidade de mercado.

De modo complementar, além da aplicação dos conteúdos teóricos e do exercício da prática, que integram as atividades do estágio e são imprescindíveis à formação do aluno, esse é o momento em que se viabiliza o contato do discente com profissionais já formados em empresas que necessitam de seus conhecimentos e no mercado de trabalho que irá recebê-lo.

A Coordenação do curso é responsável pelo estabelecimento de convênios entre a FACIT e as empresas que abrigarão os alunos durante seus estágios e, para isso, possui regulamentação própria no que tange à documentação e procedimentos necessários, estando esses últimos descritos em documento específico disponibilizado por ela aos estudantes e às coordenações de área.

As atividades de estágio na área de atuação do egresso do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas seguem padrões semelhantes aos dos demais cursos superiores, devendo-se observar que existe uma série de atividades, de cunho profissional, que não são válidas para efeito de cumprimento das obrigações do estágio. Espera-se que, durante o estágio, o aluno possa desenvolver atividades que tenham relação direta com os conhecimentos trabalhados durante o curso e, assim, a lista a seguir apresenta de forma não exaustiva atividades consideradas adequadas para a formação de um tecnólogo na visão do Núcleo Docente Estruturante:

  • Desenvolver software básico ou aplicativo;
  • Participar do processo de coleta de requisitos e especificação de software básico ou aplicativo;
  • Analisar e projetar software básico ou aplicativo;
  • Participar do processo de modelagem, implantação e operação de bases de dados;
  • Especificar, instalar, configurar e operar servidores;
  • Especificar, instalar, configurar e operar equipamentos de rede;
  • Especificar, implementar e avaliar alternativas de interfaces com o usuário para software básico ou aplicativo;
  • Participar do gerenciamento de processos de tecnologia de informação;
  • Participar da especificação, implementação e acompanhamento de políticas de segurança da informação.

Perfil do Egresso

O Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas analisa, projeta, documenta, especifica, testa, implanta e mantém sistemas computacionais de informação. Esse profissional trabalha também com ferramentas computacionais, equipamentos de informática e metodologia de projetos na produção de sistemas. Além disso, espera-se do recém-formado o emprego de linguagens de programação e de metodologias de construção de projetos, sempre atento à qualidade, usabilidade, robustez, integridade e segurança de programas computacionais, requisitos fundamentais à atuação do profissional da área.

O profissional depois de formado estará preparado para atuar na sociedade em que se insere, de forma a contribuir para a resolução de problemas das organizações e da sociedade em geral, utilizando saberes, habilidades e competências adquiridas nos cinco semestres da matriz curricular. Baseadas nos saberes que englobam as diversas áreas do conhecimento, as habilidades e competências do profissional em análise e desenvolvimento de sistema devem circunscrever-se nas três categorias:

1. Habilidades pessoais, as quais são características intrínsecas do aluno e que podem ser aprimoradas durante o processo formativo;

2. Conhecimentos, habilidades e competências técnicas que serão construídas ou desenvolvidas pela atividade curricular a partir das habilidades pessoais, dos conteúdos apresentados nas disciplinas e nas práticas exercidas no decorrer do curso;

3. Habilidades interpessoais, as que serão desenvolvidas e aprimoradas mediante a interação com os pares e/ou com os professores do curso, e com profissionais da área em atividades extracurriculares, como seminários, workshops, desenvolvidas dentro ou fora da IES.

Igualmente, o profissional formado pelo Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas deverá adquirir e desenvolver as seguintes competências:

1. Capacidade de analisar problemas e desenvolver soluções para as organizações por meio de modelagem, projeto e implementação de sistemas de informação;

2. Capacidade para selecionar recursos de software e hardwareespecíficos em ambientes corporativos;

3.Conhecimento profundo e abrangente de ferramentas computacionais que auxiliem no projeto e desenvolvimento de sistemas de informação;

4. Capacidade de organizar e gerenciar recursos humanos e técnicos envolvidos no desenvolvimento e manutenção dos sistemas de informação;

5. Interesse para o aprendizado contínuo de novas tecnologias;

6. Ser receptivo na aquisição e utilização de novas ideias e tecnologias.

Ademais, o egresso do curso deve ter conhecimentos, habilidades e competências técnicas construídas ou desenvolvidas pela atividade curricular associada às suas habilidades pessoais, dos conteúdos apresentados pelas disciplinas e das práticas exercidas no decorrer do curso. Dentre estes são enfatizadas:

1. Abstrair, representar e organizar a informação em face do fenômeno, ou seja, da realidade física, mobilizando o conhecimento/informações para representar esse fenômeno em um modelo computacional fundamentado na lógica e na matemática e que seja bem sucedido em relação ao usuário;

2. Dominar tecnologias da informação acompanhando e incorporando suas constantes mudanças;

3. Conhecer a lógica fundamental de um sistema de processamento eletrônico de dados, como estudo e apresentação de planos consistentes e de avaliação de seus efeitos e de fatos novos no seu planejamento;

4. Modelar e implementar sistemas computacionais que promovam a solução de problemas, utilizando paradigmas de computação;

5. Conhecer o comportamento humano em sua interação com computadores;

6. Compreender a dinâmica das mudanças;

7. Usar ferramentas computacionais para aplicação dos conhecimentos;

8. Resolver problemas operacionais referentes à adaptação dos sistemas à realidade da empresa e dos seus serviços; problemas estes que demandem diagnósticos, estudos e avaliação para reorientação dos serviços, no que concerne a software ou hardware.

9. Pesquisar novas aplicações de programas existentes e desenvolver novos, face às necessidades organizacionais no tratamento dos dados e informações, mantendo-se permanentemente atualizados em relação aos avanços da informática.

Algumas habilidades interpessoais também deverão ser desenvolvidas e aprimoradas mediante a interação com seus os pares e professores, no curso, e com profissionais da área em atividades extracurriculares, como seminários, workshops, entre outras possíveis. Dentre estas habilidades destaca-se a comunicação interpessoal, a realização de trabalhos colaborativos e resolução de problemas em grupo.